terça-feira, 16 de janeiro de 2018


Identificação de propriedades da água

Quando se leciona "A importância da água para os seres vivos", uma das atividades experimentais a realizar poderá passar por identificar algumas das propriedades da água. Para tal, o material a utilizar pode ser:

- Água
- Açúcar
- Farinha
- Sal
- Areia
- 4 gobelés
- Varetas de vidro
- 4 colheres
- Caneta de acetato
PYREX Griffin Low Form 150mL Beaker Graduated Ea
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Por vezes não é possível, em contexto de sala de aula, utilizar todo o material supracitado. Assim sendo, e para não comprometer a realização da atividade experimental, poder-se-á utilizar garrafas de água (cortando os topos) ou copos de plástico na vez dos gobelés, e as colheres poderão substituir as varetas de vidro.

No que toca ao procedimento, o mesmo passa por:

- Escrever nos gobelés, com a caneta, o material que vai misturar;
- Colocar, em cada gobelé/copo/garrafa de água, 100  ml de água;
- Introduzir uma colher de açúcar, de farinha, de sal e de areia em cada um dos respetivos gobelés;
- Agitar com a vareta de vidro/colher durante um minuto;
- Aguardar 15 minutos.

Na realização do relatório os alunos deverão esquematizar duas observações: uma exatamente após a agitação com a vareta e a outra passados os 15 minutos de espera.

O objetivo desta atividade experimental é permitir verificar que, embora a água seja um bom dissolvente, existem substâncias insolúveis, ou seja, não se dissolvem formando assim uma suspensão. Este é o caso da areia e da farinha, que tendem a depositar-se no fundo do gobelé. Por sua vez o açúcar e o sal vão formar uma solução (o açúcar e o sal serão o soluto e a água o solvente).




segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Interação entre os Seres Vivos

             RELAÇÕES BIÓTICAS


Num ecossistema, os seres vivos de uma comunidade relacionam-se nas múltiplas relações bióticas  podendo sair beneficiados, prejudicados ou indiferentes.
As relações bióticas podem ocorrer entre elementos da mesma espécie e denominam-se intraespecíficas, envolver organismos de espécies diferentes,  interespecíficas.

Na natureza temos inúmeros exemplos de relações bióticas, estes são alguns exemplos


O Beija-flor e a Polinização


Na região Sul do Brasil existe cerca de 200 espécies conhecidas de plantas, cujas flores são polinizadas exclusivamente por beija-flores (Frisch & Frisch, 1995). Esta importância ecológica justifica um esforço para sua preservação. Existem plantas que dependem de um único polinizador e se ele desaparecer, a planta também desaparece, o que pode acontecer tão discretamente que não nos daremos conta. Uma árvore pode viver por anos sem o seu polinizador, mas se ela não se propagar a espécie não sobrevive. 


A flor de Pyrostegia venusta (Bignoniaceae), que está presente em todo o território brasileiro nos mais variados tipos de terreno, também conhecidas pelo nome popular de Cipó-de-São-João é visitada pelo macho beija-flor-de-veste-preta, Anthracotorax nigricolis. A polinização é um exemplo típico das flores que coevoluíram com os beija-flores. Tanto as anteras que contém o pólen como o estigma que o recebe estão projetados para fora da flor, um pouco antes da abertura da corola. Assim, quando o beija-flor introduz o seu bico, sua fronte toca essas partes e poliniza a flor. O formato alongado e tubular dessa, dificulta o acesso de insetos ao néctar e isso os "desencoraja" a serem competidores. A língua do beija-flor pode se projetar o dobro do comprimento do seu bico, portanto esse conjunto garante-lhe acesso ao precioso líquido.






As flores da Dyckia encholirioides da família das Bromeliaceae são pequenas e as anteras e o estigma estão mais para dentro da flor. A ponta do bico ou o movimento da língua do beija-flor Glaucis hirsutus são suficientes como instrumentos de polinização. Mas esse tipo de flor permite que insetos também a polinizem. Pode ser uma vantagem evolucionária para esta bromélia, pois assim ela amplia o seu leque de polinizadores e garante melhor a fecundação.





Líquenes - vigilantes do ambiente

Os líquenes vivem em quase todos os ecossistemas da Terra, desde os desertos gelados dos polos às regiões áridas e escaldantes dos trópicos. Esta capacidade de sobreviver em condições extremas advém-lhes do facto de não serem um único organismo, mas a associaçãoi de dois seres vivos de reinos diferentes, que se ajudam mutuamente. Um fungo, denominado micobionte, a que se juntam um ou mais organismos fotossintéticos, os ficobiontes, por exemplo as algas verdes. O fungo recebe do parceiro fotossintético os compostos orgânicos necessários para a sua nutrição. Por outro lado as algas, organismos frágeis, dependentes da água, jamais sobreviveriam durante muito tempo sem a proteção das hifas do fungo. O fungo evita que a alga fique exposta durante muito tempo á luminosidade intens a à desidratação resultante das elevadas por vezes extremas.






Pinguim-imperador

O Pinguim-imperador é a ave que se reproduz no ambiente mais frion do planeta. As temperaturas do ar podem chegar aos -45ºC e a velocidade do vento pode atingir os 18km/h. Por isso a espécie apresenta várias formas de evitar a perda de calor. as penas e a camada de gordura proporcionamum bom isolamento térmico, mas é o facto de formarem grupos , que podem atingir os 50 mil indivíduos, que os impede de congelar.



 As fêmeas adultas põem um único ovo e passam-no ao macho. Durante a escuridão do Inverno, enquanto as fêmeas se alimentam no mar de peixes, krill e lulas, os machos amontoam-se, com os seus ovos equilibrados sobre as patas e protegidos por uma prega de pele plumosa. O ovo choca e ao fim de 2 meses os machos já perderam cerca de metade do peso. Quando finalmente as fêmeas regressam do mar coincidindo com o nascimento das crias, os machos já podem ir para o mar procurar alimento para eles.





Térmites

Algumas espécies de formigas constituem formigueiros bem estruturados, onde existem diversas castas cujos indivíduos são morfologicamente diferentes de acordo com a função que desempenham. A rainha, com um grande abdómen,que põe os ovos e cria as larvas; os machos, são os únicos com asa, com a função de acasalar com a rainha; as operárias constroem os ninhos, transportam os alimentos, cuidam dos ovos e das larvas e alimentam os reprodutores e os soldados. Os soldados defendem as termiteiras dos seus inimigos.

Apesar de recolherem folhas não se alimentam delas, mas dos fungos que vivem nos formigueiros. esses fungos encontram aí um lugar propício ao seu desenvolvimento, degradando as folhas transportadas pelas formigas para obter os nutrientes de que necessitam.



Peixe-palhaço

O peixe-palhaço vive protegido entre oa tentáculos da anémona que por sua vez aproveita os restos dos alimentos do peixe.



Vermes

Toxocara canis é um verme que se pode alojar no intestino dos cães. alimenta-se dos produtos da digestão do cão e causa-lhes diarreia.



                                                               Louva-a-deus

Depois de acasalar, o louva-a-deus fêmea agarra o parceiro e devora-o vivo. A refeição garante-lhe energia para produzir mais ovos.




Rhizobium

Nas raízes das plantas leguminosas como a ervilha, tremoço, fava e feijoeiro podem observar-se nódulos onde vivem bactérias do génereo Rhizobium. estas bactérias transformam o azoto atmosférico em nitratos utilizáveis pelas plantas que lhes proporcionam, por sua vez nutrientes.





Orquídeas

As orquídeas para conseguirem luz prende as suas raízes aos troncos e ramos altos das árvores, não as prejudicando.
Esta planta assumiu estratégias que lhe permite atrair o seu polinizador.Que exalando um odor do agrado do seu polinizador como por exemplo matéria em putrefação de forma a atrair as moscas; podem também assemelhar partes da flor ao dorso do seu polinizador, assim o animal aproxima-se para fazer a copula e assim ajuda a orquídea na polinização.









Dioneia - uma planta com estratégias de alimentação

A Dionaea muscipula é uma planta que vive em solos pobres e daí retira compostos de azoto para suplementar a sua alimentação. Com a sua armadilha, folha modificada, que tem cor atraente como tem mucilagens e ao atrair o inseto este fica preso enquanto a armadilha fecha. depois ela digere-o.




Enleios

Os enleios são plantas que se enroscam nos caules de outras plantas e se alimentam da sua seiva.



Mimetismo ou camuflagem?

O polvo Octopus vulgaris assemelha-se a um coral para que possa passar despercebido.


A borboleta-monarca tem uma combinação de cores que informa os seus predadores que é malsaborosa - coloração de aviso e defesa química. A borboleta-vice-rei imirta a monarca sendo, por isso, menos atacada.

                                                            Borboleta-monarca

Borboleta-vice-rei



Poluição

Ciclos de Matéria

A célula


Condições próprias da Terra


Rochas e Minerais


Escala da Mercalli e de Richter

Escala da Mercalli e de Richter

Notícia

Notícia

O que são sismos?

     O que são Sismos?

O que é um VULCÃO?


Os vulcões são aberturas na crusta terrestre por onde se dá o derrame de lava, cinzas, vapor de água e outros gases, vindos do interior do planeta. São constituídos pelo edifício principal ou cone vulcânico, cratera e chaminé. Por vezes, pode existir um cone adventício ou secundário, com a sua chaminé e cratera, mas alimentado pela conduta principal.
O edifício principal ou cone vulcânico é construído à custa dos materiais que vão sendo 

derramados à superfície e vão fazendo “crescer” o vulcão.







                                                                            Figura 1


Quando a actividade vulcânica é extinta ou quando os vulcões estão adormecidos, é frequente que se formem lagoas nas suas crateras, à custa das águas das chuvas. Estas lagoas, denominadas caldeiras, formam-se quando se dá o colapso ou abatimento da parte superior do cone vulcânico, como resultado do esvaziamento da câmara magmática se, após a erupção não voltar a haver recarga da mesma. Desta forma, a falta de pressão exercida pelo conteúdo magmático causa a insustentabilidade do edifício e consequente colapso. As caldeiras podem ter variadas dimensões e a forma delas tende a ser circular ou elíptica, à semelhança da cratera vulcânica.
Em Portugal nos arquipélagos, encontram-se belos exemplos disso. Algumas destas caldeiras, localizam-se na ilha de S. Miguel, Açores.

Vulcanismo Secundário

O vulcanismo secundário corresponde a manifestações de vulcanismo que não consistem em erupções vulcânicas, concretamente, mas estão relac...